No CNES, em Toulouse, o doutorando Alexandre Neyret testa detetores infravermelhos revestidos de nanocristais coloidais, uma alternativa mais barata aos sensores clássicos. Nos testes de radiação, a película de nanocristais resistiu muito melhor do que o circuito de leitura, e os danos só surgiram com doses muito acima das de uma missão real. Entre os parceiros estão o ISAE-SUPAERO e a Thales Alenia Space. A nossa leitura: olhos infravermelhos baratos podem abrir portas a pequenas missões.
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