Com o instrumento MIRI do JWST, uma equipa do IAC liderada por Jialu Li detetou o radical metilo (CH₃) em torno de SMP LMC 011, estrela moribunda rica em carbono na Grande Nuvem de Magalhães: a primeira deteção segura numa estrela assim, e em quantidade maior do que o previsto. A causa provável é a erosão de poeira de carbono por luz ultravioleta ou ondas de choque. A nossa leitura: as estrelas que morrem semeiam as galáxias com a química do carbono que formará novos planetas.