O cartógrafo do céu SPHEREx da NASA registou espetros infravermelhos detalhados de 33 anãs castanhas entre 7 e 100 anos-luz, objetos demasiado pequenos para queimar hidrogénio como as verdadeiras estrelas. Nos seus 102 canais de cor, de 0,75 a 5 mícrones, a equipa liderada por Zafar Rustamkulov, do Caltech e do JPL, viu vapor de água, metano e monóxido de carbono, e seguiu como o carbono passa do monóxido de carbono para o metano quando estes corpos arrefecem abaixo de cerca de 1000 K. Nenhum de cinco modelos atmosféricos de referência acertou em todos os pormenores, e alguns erraram o tamanho entre 20 e 50 %. O estudo é publicado na The Astrophysical Journal Letters. A nossa leitura: o levantamento do SPHEREx deverá juntar em breve milhares de outras, uma mina também para perceber os planetas gigantes frios.
33anãs castanhas próximas medidas
102canais de cor em todo o céu
7–100 lyintervalo de distâncias da amostra
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